20.8.07

Até onde vale a pena usar um serviço web "quebra-galho"?

Os problemas ocorridos com o Skype, que ficou fora do ar por pelo menos 2 dias na semana passada (leia mais aqui), trazem à tona novamente a discussão sobre as (des)vantagens de se usar serviços mais baratos ou gratuitos na Internet.

Se o serviço em questão não é crítico, se não fará falta se ficar fora do ar, tudo bem. Você pode ter um Skype pra falar pelo computador mais barato, mas se sua conexão cair ou se o próprio Skype cair, usa então o telefone normal.

Mas quando se trata de contratação de serviços por empresas, a probabilidade de problemas como esse deve ser considerada. Vale a pena contratar prestadores de serviços desconhecidos muito mais baratas para, por exemplo, hospedar o site da sua empresa? Se o site sair do ar, você vai reclamar com quem? Qual a garantia oferecida?

O mesmo problema ocorre no desenvolvimento do site da sua empresa. Quase sempre, as empresas optam por uma solução caseira, um "profissional" barato que freqüentemente entrega um site que absolutamente não agrega nenhum valor ao seu negócio. Hoje não dá mais pra ter apenas um "folheto na Internet", seu site deve interagir com os clientes e fornecedores, pra trazer resultados pra sua organização.

No caso do VoIP, e se sua empresa optar por abandonar a telefonia convencional para usufruir dos enormes benefícios de agilidade e custo oferecidos por esta tecnologia? Será que não vale a pena contratar uma empresa pra montar um projeto de telefonia IP que lhe dê garantias de funcionamento e equipamentos confiáveis?

No caso de projetos VoIP ou de redes em geral, o investimento inicial pode levar alguns meses pra ser recuperado, mas a solução é definitiva e garantida. As famosas "gambiarras", serviços gratuitos ou muito baratos na Internet vão deixar você na mão justo quando mais estiver dependente do serviço. Pense nisso.

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14.8.07

Ler e-mail o tempo todo estressa funcionários, diz pesquisa

Pesquisa interessante, realizada na Escócia e divulgada hoje pela BBC Brasil / Estadão, mostra que mais de um terço dos trabalhadores se sentem "estressados"
pelo número de e-mails que recebem durante o trabalho e pela pressão para respondê-los.

No mundo conectado pela Internet, a demanda por respostas rápidas é irreversível. Se a empresa oferece um formulário de "Fale Conosco" em seu site, ou divulga o endereço eletrônico para contato para se comunicar com clientes, parceiros, fornecedores e demais envolvidos com suas atividades utilizando o correio eletrônico (e-mail) deve fazê-lo pelo menos uma vez por dia. Dependendo da atividade, algumas vezes por dia.

Entretanto, como mostrado pelos pesquisadores, checar as caixas postais até 40 vezes em uma hora, é um exagero que leva à perda de produtividade e ao cansaço do funcionário.

Abaixo, a matéria completa, que também pode ser lida clicando aqui:

Pesquisadores escoceses descobriram que alguns funcionários chegam a checar suas caixas de email até 40 vezes a cada hora, o que os deixa frustrados e cansados, além de prejudicar sua produção.

Segundo a pesquisa, mulheres são as mais atingidas pelo excesso de emails.

Psicólogos especializados em internet afirmam que as pessoas deveriam relaxar e não levar o trabalho tão a sério.

"Se você pensar sobre os emails que recebe, quantos deles precisam de respostas instantâneas? Quantos destes emails que você envia precisam ser enviados exatamente agora? Provavelmente poucos", disse o especialista Graham Jones.

Apenas 38% dos trabalhadores pesquisados se sentiam à vontade para esperar um dia ou mais antes de responder a um email, segundo o estudo feito com 200 pessoas, realizado pelas Universidades de Glasgow e Paisley.

"Email é algo que agora causa a maior parte dos problemas em nossas vidas profissionais", afirmou Karen Renaud, cientista que liderou a pesquisa.

"É uma ferramenta incrível, mas que pode ser abusiva", acrescentou.

Especialistas sugerem uma estratégia simples para combater o estresse: cheque seus emails com menos freqüência.

O conselho é separar dois ou três momentos durante o turno do trabalho dedicados exclusivamente para a leitura de emails.

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6.8.07

Redes sociais equivalem a 15% do tempo de navegação em junho

A notícia abaixo, publicada no IDG Now, confirma, além do fenômeno das redes sociais, como Orkut e MySpace, continuar crescendo, a importância de se levar em consideração que boa parte desses acessos é feita do local de trabalho.

Várias empresas utilizam estas redes pra manter contato e obter informações dos clientes, visando melhoria dos serviços e produtos oferecidos, mas é fato também que a maioria imensa destes acessos, feitos pelos funcionários em horário de trabalho, têm fins exclusivamente particulares e acabam comprometendo sua produtividade no trabalho, além de consumirem recursos, como o link Internet, e trazerem riscos de segurança à organização.

Por isso, é muito importante que este tipo de acesso seja feito de maneira consciente e/ou controlada. O Task Control, produto oferecido pela Task tem entre seus vários recursos, o Filtro de Conteúdo, onde a empresa pode configurar que sites podem ou não ser acessados, em que horário e por qual (is) pessoa (s).

Dessa maneira, os recursos de TI colocados à disposição da equipe podem efetivamente ser utilizados para gerar negócios para a empresa.

Saiba mais sobre o Task Control clicando aqui ou entrando em contato com nossa equipe comercial, pelo telefone (31) 3123-1000 ou pelo e-mail comercial@task.com.br.

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São Paulo - Rede social MySpace corresponde a 12,75% do tempo de navegação nos Estados Unidos, com 72 milhões de visitantes por mês.

Um levantamento do eMarketer, utilizando dados do Compete.com, mostra que o tempo de navegação nas redes sociais como MySpace tende a crescer este ano.

Segundo o blog da Compete.com, o tempo de permanência do site MySpace aumentou 20% em junho, em relação ao mês anterior.

Juntas, as 20 redes sociais mais famosas detêm 15% do tempo de acesso no mês de junho. O tempo de acesso é a quantidade de tempo gasto pelo usuário em cada site.

Nos Estados Unidos, a rede social MySpace ocupa o topo da lista. A rede equivale a 12,75% do tempo de acesso de seus 72 milhões de visitantes mensais. O segundo lugar fica com a rede FaceBook, com 1,52% do tempo de acesso e 22 milhões de visitantes por mês.

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